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EQUIPAMENTOS SOCIAIS
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Fundação Vieira Gomes

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Fundada em 1918 por Maria das Dores Vieira Gomes, esta fundação constitui
outro dos pilares da solidariedade e apoio à infância e Juventude do qual
a população de Real tanto e tão bem tem beneficiado. Começou por ser
um Asilo de Inválidos da freguesia mas, nas décadas de 40 e 50 transformou-se
num sanatório e mais tarde em "Obra de Mães", caminhando anos após anos
quase até à ruína que foi estancada em 1975. Nesse ano foi construído um ringue
polidesportivo nos terrenos anexos, iniciando-se uma fase diferenta na vida
desta Instituição que é um dos frutos da emigração de bracarenses para o Brasil.
Nos começos do século XIX também um realense andou pelo Brasil. Trata-se
de Domingos José da Costa Gomes, pai de dez filhos que faleceram todos
solteiros. Um deles, Manuel Vieira Gomes notabilizou-se pelas obras de
solidariedade que efectuou, deixando o seu legado a uma irmã Maria das Dores,
que cumpriu, com a obrigatoriedade de construir um Asilo que é a semente
da actual Fundação. No testamento daquela senhora, exarado em 21 de Agosto
de 1916, pode ler-se que deixou, então, setecentos escudos para esmolas aos pobres,
60 mil escudos à Junta de Freguesia, e os restantes bens "para a fundação
e estabelecimento de um Asilo destinado a recolher 30 inválidos de trabalho,
de Real, de ambos os sexos. A Casa de habitação que possuo será adaptada e
modificada nas devidas condições para o fim a que a destino".
Para este asilo, legou o quintal com jardim, uma propriedade denominada Cachadinha
ligada ao anterior e uma propriedade chamada S. Francisco com casa de caseiro.
A acção das gentes da freguesia impediu que a degradação do edificio da Fundação, com as suas
diversas ocupaçõe, ao longo das primeiro cinco décadas, caísse em ruínas.
Real sempre foi uma freguesia grata a este benfeitor, tendo-lhe prestado
a devida homenagem em 1956, na data do 40.º aniversário da morte de D. Maria
das Dores Vieira Gomes. Nesse dia 14 de Outubro, foi inaugurado um monumento
a perpetuar o gesto de Manuel Vieira Gomes. Trata-se de um busto em bronze, meio
corpo, esculpido pelo professor Zeferino Couto, e pago através da recolha de fundos.
A refundação da Fundação acontece no ano de 1975 quando se procedeu à remodelação
do seu edificio para a instalação das sedes do Realense e dos Escuteiros de Portugal.
No começo da década de 80, abriram-se três salas de jardim de infância.
Em 1985, foi reconstruído o edificio situado nas traseiras do edificio principal para
a instalação com qualidade e dignidade do jardim de infância e ATL, que aconteceu
em 1991. Mais tarde, dois anos, a Junta apoiou a Fundação na colocação de um novo piso no ringue
enriquecido com novos balneários, bancada nova e um parque infantil.
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Colégio de Nossa Senhora das Graças
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Dotado de modernas e acolhedoras instalações, o Colégio de Nossa Senhora das Graças
afirma-se, desde 1957, como o maior baluarte do ensino e educação de crianças e berço
de solidariedade com os idosos.
Com Creche, Jardim de Infância, Escola do 1. Ciclo, ATL e Internato para cerca
de 40 crianças, esta Instituição privada apoia cerca de duas centenas de crianças que
têm ao seu dispor um salão polivalente, uma excelente biblioteca, capela e pavilhão
gimnodesportivo, para além de recreios amplos e parques infantis.
Trata-se de equipamentos e espaços indispensáveis a uma educação de qualidade
que constitui um precioso auxiliar dos pais e encarregados de educação
na ocupação dos tempos livres dos seus filhos com actividades lúdicas,
culturais e sociais.
O investimento mais recente traduziu-se na construção de um Lar e Centro
de Dia para idosos, depois de numa fase intermédia (deste salto qualitativo
diversificando as actividades) ter prestado apoio domiciliário a esta
faixa etária a utentes de Real e das freguesias limítrodes.
Contando com apoio da Segurança Social, o Centro é gerido pelas Irmãs da
Congregação das Servas Franciscanas de Nossa Senhora das Graças, as quais
iniciaram ali a sua actividade, ao tempo do arcebispo D. Francisco Maria
da Silva que aprovou os estatutos desta Instituição.
A Quinta de Real é a casa mãe desta congregação que desenvolve actividades no âmbito
da educação e solidariedade em outros locais do país, entre eles, S. Bento da
Porta Aberta, Santa Clara da Cedofeita e em Fátima, na Casa da Senhora das
Graças. A fundadora da Congregação, a irmã Maria das Graças Rosa, começou por
alugar esta casa solarenga da antiga família dos Barros, em Real por 900 escudos
mensais, em Abril de 1957, apesar do seu estado de degradação.
Feitas as obras necessárias de limpeza, em 3 de Outubro desse ano, é fundado
o Patronato de Nossa Senhora das Graças para acolher jovens e crianças
desprovidos de meio social e familiar normal. Em regime de internato,
desdo os primeiros meses de idade, além de recolher em regime externo
as crianças de Real em idade escolar e infantil.
Com o apoio de um grupo de voluntárias, animadas do mesmo espírito da Fundadora,
que depois vestiram o hábito aprovado e benzido pelo Arcebispo de Braga, pode
dizer-se que a Congregação nasce a 17 de Setembro de 1958. Com o apoio jurídico
e canónico do padre António d'Anunciação, começaram a elaborar os projectos
de estatutos desta Pia União das Servas Franciscanas, aprovados a 7 de Abril
do ano seguinte.
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Sede do Realense F. C.
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Construído em Julho de 2001, tendo a Junta de Freguesia idealizado a
obra comparticipando-a financeiramente na mão de obra, e a C. M. de
Braga com grande parte dos materiais.
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Associação Columbófila de Braga
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Sendo a maioria dos seus associados de Real, a Junta cedeu gratuitamente,
em 1984, o terreno para que a Associação Columbófila de Braga construísse
a sua sede na Rua da Feira, tendo esta Associação tido o apoio material
da Câmara de Braga e da Junta para as obras de conservação e
beneficiação da sua sede.
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Associação Escuteiros de Portugual (Sede do A.E.P.)
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Espaço cedido pela Freguesia de Real.
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Corpo Nacional de Escutas (C.N.E.)
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Em 1993 a Junta cedeu uma sede nova ao Agrupamento de Real do Corpo
Nacional de Escutas (C.N.E.) com uma área de 140 m2, através de um
contrato de comodato por 20 anos, sita na Rua Dr. Francisco Fernandes
Duarte, no Loteamento do Feital por forma a que esta associação
juvenil pudesse desenvolver condignamente as suas actividades,
o que vem fazendo à mais de 50 anos.
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Residência Paroquial
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Este edifício foi totalmente reconstruído há 6 anos, tendo a Junta
apoiado esta obra com várias centenas de contos. Com o 1.º andar a
servir de residência do Pároco, o rés-do-chão tem várias salas para
catequese, reuniões e cursos de grupos afectos à Igreja.
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Cemitério
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Desde 1997 que o Cemitério de Real tem sofrido uma intervenção
contínua na sua remodelação, ampliação e modernização. Procedeu-se à
organização administrativa, até então inexistente, à construção de
passeios e à pavimentação entre sepulturas, à canalização de água, ao
restauro dos muros de vedação existentes e, em 1995/96 fez-se a sua
ampliação, aumentando-se a sua capacidade com mais de 400 campas
(num total de cerca de 900) e construiu-se uma cobertura sobre a
Essa com capacidade para 90 pessoas, cobertura esta que é a primeira
a existir nos Cemitérios do Concelho de Braga.
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Hospital Veterinário
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